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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Todas as línguas do Brasil - Plenarinho, Câmara dos Deputados

Todas as línguas do Brasil

Todas as línguas do Brasil
Em março de 2006
Você conhece a história da Torre de Babel? Segundo essa passagem bíblica, no começo da história da humanidade, todos os homens da Terra falavam a mesma língua. Até o dia em que resolveram construir uma enorme torre - tão, tão grande, que chegasse ao céu. Durante a construção da torre, os homens começaram a falar línguas diferentes. E pararam de se entender. O resultado foi que a torre ficou inacabada por causa da dificuldade de comunicação entre eles. E o que essa história tem a ver com o Brasil?
Aqui na nossa terrinha, também se falam várias línguas. Tantas que talvez você nem imagine! Hoje, são mais de 200 línguas no Brasil. Parece a história da Torre de Babel, com uma diferença: aqui as pessoas se entendem. E com todas as variedades, permanecemos unidos pelo fato de sermos todos brasileiros. Cada um com sua história.
O nosso país é o resultado da mistura (algumas vezes pacífica, muitas vezes não) de espanhóis, franceses, alemães, holandeses, italianos, árabes, japoneses... Não podemos nos esquecer dos índios, habitantes originais desta terra. E eles não são apenas um povo. São guaranis, ianomamis, xucurus, baniwas, tikuna... Ah, e existem também os africanos bantos, nagôs, gêges (ou ewes)... Seria muito difícil que todos esses povos que se misturaram para formar o povo brasileiro falassem apenas o português, certo?


 Línguas, dialetos, sotaques

Adão, Xereta e Légis mostrando a língua
Para se comunicar, o ser humano precisa de uma linguagem. A língua, meio usado para a comunicação, é um sistema de símbolos usados por pessoas de uma mesma comunidade. Você conhece algumas línguas? Além do Português que você fala, existe o Inglês, o Espanhol, Alemão, Italiano, Francês...
A língua de um povo é o que caracteriza de forma mais profunda a sua identidade. Por meio da língua, é possível conhecer sua história, sua forma de falar e de sentir o mundo. A língua também permite a transmissão de conhecimento, arte e cultura.
O professor de Letras da Universidade de Brasília Aryon Rodrigues explica que “a língua materna (a primeira língua que a criança aprende, geralmente ensinada pela mãe) é aquela por meio da qual cada pessoa se humaniza e socializa, adquirindo a experiência das gerações anteriores e aprendendo a viver e sobreviver em sociedade”.

Para um povo, é a língua que garante a solidariedade interna, a capacidade de equilíbrio e de desenvolvimento econômico, material e intelectual e as condições de relacionar-se e competir com outros povos em pé de igualdade.
Você já deve ter percebido que em um único país, há diferenças na mesma língua. São palavras e expressões variadas. Quando essas diferenças não impedem a comunicação, elas são chamadas de dialeto. Assim, a língua falada pelos que vivem no Rio de Janeiro é um dialeto, como é um dialeto a língua dos que vivem em Porto Alegre e assim com praticamente todas as outras comunidades de falantes de português no Brasil. Cada uma dessas comunidades fala português, mas seu português é um pouco diferente do português falado nas outras comunidades.
Quando as diferenças impedem ou dificultam consideravelmente a compreensão, então estamos falando de línguas diferentes. Por exemplo, o português e o alemão. Eles são tão, tão diferentes, que se um brasileiro que nunca estudou alemão for para a Alemanha, vai ficar perdidinho. Um alemão também não vai entender o português sem estudar a nossa língua.
Ah! E aquela diferença no jeitinho de falar?! Porrrta, oitennnta, passstel, pãozim de quej (pãozinho de queijo)... São os sotaques - características de pronúncia de um dialeto (variedade regional ou social de uma língua) percebidas por falantes de outro dialeto.


 Viva a diversidade

Zé Plenarinho conversando com um índioHoje no Brasil existem cerca de 210 línguas. É o país com o oitavo maior número de línguas em uso!!! A maioria delas é das comunidades indígenas: 180! Você acha muito? É realmente muita coisa, mas na época do Descobrimento havia muito mais. Eram 1.078. Já pensou? Mas olha só, naquela época também existiam mais índios. Cinco milhões viviam no Brasil quando os portugueses chegaram. Hoje são apenas 734 mil indígenas.

A partir do ano de 1550, há um tempão, chegaram muitos negros vindos da África. Eles não vieram por vontade própria, chegaram como escravos, trazidos à força. A escravidão aconteceu até o ano de 1850, quando foi decretada a Lei Áurea pela princesa Isabel. Enquanto foi permitida, a escravidão trouxe para cá aproximadamente 3 milhões de africanos, muitas culturas e línguas.
Não podemos esquecer de outras línguas: italiano, alemão e japonês. Elas chegaram no Brasil com os imigrantes, que vieram buscar aqui a oportunidade de uma vida melhor. Esses povos chegaram em maior número no Brasil a partir do ano de 1800. Mas antes disso, já estavam por aqui portugueses, espanhóis e holandeses.
Somou isso tudo? O resultado é um povo diverso, que fala, entre tantas outras línguas, o Nheengatu, o Hunsruckisch e a Gira da Tabatinga. O Zé Plenarinho, que adora estudar línguas, convida você para conhecer um pouco da história dessas três línguas!
Lá em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, vive o povo indígena Baniwa. A primeira língua que um indiozinho de lá aprende a falar é o Nheengatu. Essa língua tem uma história muito interessante. Os missionários da igreja na época da colonização, responsáveis por catequizar os índios, esforçaram-se para criar uma única língua indígena para todos os povos. A idéia dos missionários era facilitar a comunicação. Foi assim que surgiu o Nheengatu. Hoje cerca de duas mil pessoas falam essa língua no Brasil.
Quer conhecer outra língua falada no Brasil?! Pois então, fique sabendo do Hunsruckisch (que nome difícil!!) falado por parte da população do Rio Grande do Sul. Essa língua é uma mistura de Alemão e Português. E é resultado da chegada dos alemães na região em 1924.
A Gira da Tabatinga, língua dos filhos, netos e bisnetos de escravos, ainda é falada no nosso país. Ela foi passada de pai para filho e é uma importante forma de resistência da cultura africana.


 As línguas não podem morrer

Lápide Para que as línguas existam, elas precisam ser faladas. Mas os números de hoje não são nada otimistas: a cada duas semanas, uma língua morre no mundo! E pior: segundo dados divulgados pelo professor de Lingüística da Universidade de Roma Renato Coretti, durante o Congresso Mundial de Esperanto, em 2002, cerca de 90% das 6 mil línguas que existem hoje não serão mais faladas nos próximos 100 anos.

O deputado Paulo Delgado, do PT de Minas Gerais, está preocupado com o “sumiço” das línguas. No seu discurso durante o Seminário sobre a Criação do Livro das Línguas, que aconteceu na Câmara dos Deputados de 7 a 9 de março, ele disse: “Nunca na história da humanidade desapareceram tantas línguas. Na África, 600 das 1.400 línguas estão ameaçadas de desaparecer em razão da pressão das grandes línguas. Na Austrália apenas 20 línguas sobrevivem ao lado das 250 línguas faladas até o final do século XVIII (de 1701 a 1800). Em muitos países da América do Sul, os governos esperam que os 275 idiomas não-oficiais desaparecerão antes que se tornem idiomas de ensino oficiais. Hoje, no Brasil uma longa lista de idiomas indígenas e africanos não são mais falados. É o caso de perguntar: será que em breve línguas como a Tikuna, o Guarani, o Kayapó e o Xavante também não serão mais ouvidas?“
Esse montão de línguas é uma riqueza, um verdadeiro patrimônio. Para continuar existindo, elas precisam ser faladas e ensinadas. E aí, os governos têm de entrar em ação com políticas de valorização. As escolas das cidades onde vivem os usuários devem ensinar as línguas que o povo da região fala. As pessoas também precisam ter liberdade para utilizar suas línguas maternas sem correr risco de “tomar uma bronca”, como já aconteceu em outras épocas no Brasil.
Vários governos brasileiros não deram importância à diversidade de línguas do Brasil e tentaram implantar aqui uma só língua, o português, ignorando milhares de falantes e reprimindo a manifestação de várias pessoas. O primeiro que agiu assim foi Marquês de Pombal, que governou o Brasil de 1750 a 1777. Pombal queria que o Brasil tivesse apenas uma língua e proibiu que outras fossem faladas.

Na época da Segunda Guerra Mundial, durante o governo de Getúlio Vargas (1937-1945), várias línguas também foram proibidas: o Talian (língua de origem italiana), o Pomerano (língua parecida com o alemão, falada num país chamado Pomerânia) e o Hunsruckisch (aquela língua que mistura o Português com Alemão, lembra?). Tudo porque o Brasil era inimigo na guerra de alemães e italianos.
O governo militar (1964-1985) proibiu a transmissão radiofônica em línguas indígenas e estimulou programas educacionais voltados para o uso da língua portuguesa, substituindo a indígena. Só pela Constituição de 1988 foram reconhecidos os direitos lingüísticos dos povos indígenas, inclusive o direito de ter programas de educação em suas próprias línguas.


 O livro das línguas

O livro das línguasA Légis participou do Seminário sobre a criação do livro das Línguas da Câmara dos Deputados, na semana passada. Ela ficou muito emocionada com uma frase do índio Gersem dos Santos Luciano. Ele disse que toda vez que uma língua morre, é uma parte do mundo que morre, “tornando o mundo mais feio e pobre”.

A Turma do Plenarinho se empolgou com a idéia do Seminário de criar um livro registrando todas as línguas que são faladas no Brasil. O projeto do livro é da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e com o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Lingüística (Ipol). Já imaginou um livro que guarde as diversas línguas faladas no Brasil? Será uma verdadeira aula de cultura, história e cidadania, hein?! Um verdadeiro tesouro!
 

Curiosidades

Várias pessoas diferentes conversando em portuguêsQuer ver como o Português é uma língua rica, resultado da contribuição e mistura de vários povos? Lá vai o desafio: de onde vêm as palavras “cutucar”, “bagunça” e “cochilar”?

Nosso professor Edu Coruja tem a resposta: “Cutucar” vem da palavra kutúk, que em Tupinambá (uma língua indígena) significa tocar com objeto pontudo, ferir.

E “bagunça”? Mesmo não sabendo de onde vem, com certeza você sabe como fazer, não é? Pois fique sabendo que “bagunça” vem da palavra bulungunza, que em Quicongo (língua africana) é nada mais, nada menos que desordem, confusão. E “cochilar” também vem do Quicongo: kushila quer dizer dormir levemente.
Na escola, muitas vezes inventamos algumas línguas diferentes. Talvez você já tenha experimentado se comunicar com seus colegas por meio de algum código secreto, como a Língua do P ou a Língua do I, por exemplo.  

Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura Plenarinho - Câmara dos Deputados.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013



Compartilhando algumas postagens interessantes sobre a Língua Portuguesa.

Quem quiser postar coisas do mesmo gênero, sinta-se a vontade para começar.




Agradeço ao meu amigo Silvando pelo apoio à LP.



domingo, 16 de junho de 2013

Encerramento do Ano acadêmico 2012/2013



Trabalho de Cooperação e Conhecimento Partilhado entre Professores de Português.
Nosso ano acadêmico acabou com honras e glórias.
Os estudantes dos cursos de Língua Portuguesa tiveram muito sucesso em seus estudos, o que nos deixa muito orgulhosas.
Tivemos um semestre muito cheio de atividades. Fomos convidadas a participar de três conferências, das quais duas foram nos meses de abril e maio e a outra será no mês de julho de 2013. Participamos de duas primeiras conferências para demonstrar nosso trabalho e nossa nova técnica de ensino de PLE, na UWI. Ambas conferências foram muito importantes para as nossas pesquisas. 
Uma das conferências foi a Biennial Conference da Faculdade de Educação, na própria UWI, no final do mês de abril de 2013.
 Apresentamos uma parte de nossa pesquisa em Holistc Assessment, foi
muito interessante. Como resultado, háverá a possibilidade de publicação desta parte de nossa pesquisa.

A segunda conferência foi na cidade de Fort Lauderdale, na Flórida. Estivemos presentes no Focus Brazil, que premia com o Press Award as autoridades, professores, artistas e, ao mesmo tempo, celebra a divulgação da Língua Portuguesa no mundo. Em 2011, eu fui uma das professoras premiadas com o Press Award. Foi uma honra para mim.
Neste Focus, conhecemos muitas pessoas importantes que promovem a nossa língua nos Estados Unidos. Conhecemos o novo repórter da rede globo internacional que apresenta o Planeta Brasil (http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-internacional/v/planeta-brasil-tira-duvidas-sobre-imposto-de-renda-norte-americano/2457517/ ).
Apresentamos outra parte de nossa pesquisa relacionada a Atividades Comunicativas, no EMEP. O EMEP é um encontro mundial de professores, pesquisadores e organizações que se incumbem de ensinar e promover a LP, seja como segunda língua, como língua estrangeira ou como língua de herança.
Fomos muito bem recebidas e fizemos novos amigos de outras partes do mundo. Todos gostaram de nossas técnicas e até se propuseram a aplicá-las em algum momento para seus estudantes.O resultado é a possível publicação de um capítulo de livro sobre o ensino de PLE. A próxima conferência será em San Antonio, no Texas, em julho. Estamos nos preparando para fazermos o melhor e servirmos de exemplo a outros professores de LP. 

Atividade colaborativa e participação dos estudantes

É muito claro para nós Eliete e Miriam, que nosso trabalho não teria tanto sucesso se não tivéssemos estudantes tão interessados, compromissados e colaboradores como os que temos. Somos realmente uma equipe de trabalho (professores, coordenadores e alunos) e estamos  muito interessados em ensinar e aprender.

OPEN DAY
Muitas coisas aconteceram  e que nos deixaram muito felizes ao perceber que os estudantes, realmente aprenderam não somente a língua/cultura, mas também fizeram uso de tudo o que aprenderam. Um exemplo real foi o Open Day. Os estudantes, em turnos voluntários, ajudaram a arrumar a sala de LP e Cultura, dividiram-se para falar sobre a importância de estudar LP e conhecer a cultura do país, sobre as oportunidades de emprego entre outros.

 Este é um dia muito interessante, porque as diversas escolas convidadas trazem seus estudantes para uma visita aos cursos que a universidade oferece. Assim, os possíveis futuros estudantes podem avaliar e escolher o que querem estudar quando chegar a hora de entrar na universidade.


FESTIVAL  DE  TEATRO


Também tivemos o Film Festival, o Festival de Teatro, um encontro no Texas de Brasil, para ver como é servido o churrasco à moda gaúcha e saborear a comida brasileira.

O festival de teatro foi um evento muito interessante. Recebemos a visita para o trabalho voluntário de uma professora de Ballet e Sapateado "Paola S. Montanari". 

A professora Paola trouxe com ela, do Brasil, os 8 pares de sapatos para doar aos estudantes que encenariam a peça. 
A peça encenada foi "Na Cola do Sapateado"  e tivemos a autorização das autoras e diretoras para encenar fora do Brasil.
Nossos estudantes foram, para nós, os melhores!!!! Você pode ver alguns trechos da peça original no site (http://www.nacoladosapateado.com/ ) e também a ficha técnica da peça.


TEXAS  DE  BRAZIL


Outro momento bastante importante foi a nossa ida ao Texas de Brazil, em Port of Spain.
Os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer como é servido o churrasco à moda gaúcha e saborear os diversos tipos de carnes e comidas brasileiras.
É claro que sentimos falta de pessoas que atendessem em português, mas deixamos nossa sugestão aos gerentes.
Esta pode ser uma grande oportunidade de emprego para estudantes de LP, uma vez que há empresas que contratam brasileiros para trabalharem aqui em Trinidad e poderiam ter como diferencial o atendimento em língua portuguesa.
 Para o próximo ano acadêmico 2013/2014, vamos trabalhar muito mais para divulgar nossa língua/cultura e sabemos que com o esforço tão evidente dos estudantes talvez possamos obter patrocínios para os próximos eventos.
Nós, Eliete e Miriam, assim como o Departamento de Línguas Modernas e Linguística, esperamos contar sempre com o apoio tão valioso de nossos estudantes.












quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Carnaval - Vantagens e Desvantagens




O Carnaval está chegando e nossos alunos da turma iniciante - PORT 1002 - discutiram intensamente sobre este festival comum entre nossos países.

Abaixo está um texto produzido pela turma, falando sobre as vantagens e desvantagens do Carnaval, com base nas discussões dos estudantes em sala de aula.


           "O Carnaval é a maior festa do mundo.  Por isso, Trinidad é bem conhecido ao redor do planeta. Esse período é muito importante para as pessoas trinitárias porque há muitas vantagens ligadas aos aspectos culturais, sociais, políticos e econômicos. O carnaval de Trinidad, assim como em outros países, também apresenta muitas desvantagens econômicas, sociais, culturais e políticas.
           O Carnaval é uma maneira de reconhecer nosso passado e expressar a liberdade. Durante esta época, as crianças têm a oportunidade de aprender sobre a cultura e a história de Trinidad nas canções, danças e fantasias. Também, é uma vantagem cultural porque os costumes passam de geração a geração. Através desses costumes, as pessoas podem mostrar seus talentos em cantar, dançar e criar fantasias.
            Além disso, o festival ajuda o lado econômico do país.  Quando os estrangeiros vêm, eles pagam hoteis e compram as fantasias, e, assim, um volume maior de receitas é gerado em nossa nação.
            Socialmente, a música gera a unidade das pessoas de todas as raças que vão às festas. Neste período, elas desfrutam de tudo e não pensam nos problemas. Além disso, no carnaval, o calipso enfatiza os assuntos políticos para o público.
        Por outro lado, o Carnaval também apresenta muitas desvantagens econômicas, sociais, culturais e políticas. As desvatagens econômicas são a diminuição na produtividade e o volume de dinheiro que é gasto nos eventos de Carnaval. Também, há muitos problemas sociais como aumento nas enfermidades transmitidas pelo ar devido a chegada de turistas, comportamento vulgar das pessoas, aumento da violência nas ruas, além de aumento de poluição (do ar, do solo e sonora). Finalmente, há um incremento da prostituição, além de certos temas de importância para o país e a sociedade serem encobertos.
            Em geral, o Carnaval é a vida com uma história e cultura!"

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Último dia de aula das turmas PORT 1001 e 2001, do primeiro semestre de 2012/2013

Nós, Eliete e Miriam tivemos excelentes momentos de troca de informações e de experiências com nossos grupos de estudantes.
 
Pudemos, nesses curtos meses de convivência, saber não somente dos problemas enfrentados para estudar, mas também dos objetivos e das grandes aspirações de cada um.
 
Compartilhamos momentos de bom humor e de ensaios de mau humor, por ter que chegar cedo e na hora certa para a aula,  mas nada superou o que aprendemos.
Sabemos que ainda temos muito a aprender e a caminhar, mas estamos dispostas a desafiar o tempo e mostrar que, quando temos um objetivo e acreditamos nele, chegamos ao final com louvor.

O novo semestre logo começará e nós os estaremos esperando com a mesma dedicação, respeito e confiança de sempre.

Esperamos que todos vocês tenham um excelente final de ano, que aproveitem as férias e que voltem com as energias renovadas para o próximo semestre.
 
Um grande abraço nosso para todos vocês.
Eliete e Miriam
 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Foto de algumas de nossas estudantes do curso de Português da UWI


Nesta foto estão as estudantes:

Françoilize, Tianna, Lyasha, Xia,

 Regina e Hannah.



                                                                  

 

 

 


Nesta foto estão as estudantes:

Niala, Kerlyne, Leela, Yariled,

Cherisse

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O lançamento do Minor em Estudos Brasileiros na UWI

UWI introduces Minor in Brazilian StudiesO Lançamento do Minor em Estudos Brasileiros foi realmente um sucesso.

Agendado para o dia 23 de Novembro de 2012, com início à 4h da tarde, o lançamento do nosso Minor teve muitas presenças ilustres.
Além do Embaixador do Brasil em Trinidad and Tobado, o Sr. Paulo Bozzi, estiveram presentes o Honorário Consul de Portugal o Sr. Ignatius Ferreira, o Diretor do International Office da UWI, Sr. Sharan Singh. Chefes de Departamentos e Coordenadores de cursos prestigiaram o evento.
A Chefe do nosso Departamento de Linguas Modernas e Linguística, Dra. Nicole Roberts e a coordenadora do curso Dra. Jo-Anne Ferreira fizeram muito esforço para que tudo estivesse em ordem para o dia do lançamento.
A abertura da cerimônia foi feita pela Chefe do Departamento de Línguas Modernas e Linguistica, Dra. Nicole Roberts e as apresentações, bem o encerramento foram feitos pela Dra. Anne-Marie Pouchet.
Dra. Jo-Anne fez um apanhado da trajetória da língua portuguesa ao longo dos últimos 24 anos na UWI, mostrando o árduo trabalho de muitas pessoas que juntamente com apoio dos governos de Portugal e Brasil fizeram o curso acontecer.
O Embaixador Paulo Bozzi fez uma retrospectiva da história do Brasil, dando aos estudantes a ideia de quão rica é a história e quão variados são os aspectos culturais brasileiros.
A Professora Miriam Futer, minha companheira de trabalho e uma das mentoras do Minor fez uma excelente apresentação do programa em estudos brasileiros.
Eu fiz os votos de agradecimento e confesso que estava um pouco nervosa com isso, mas tudo correu melhor do que o esperado.
As alunas do curso de Português 1001 e do 2001 estavam maravilhosamente bem vestidas e todas puderam conversar com o Embaixador e sentirem-se acolhidas pelo programa e pela língua. Ambas as turmas, fizeram apresentações em Power Point sobre tópicos do Minor. Essas apresentações foram exibidas na hora da recepção ao som de músicas brasileiras escolhidas por Roger McFarlane.Tiramos muitas fotos com várias pessoas diferentes e vamos postar em breve.
Estou muito grata de fazer parte dessa equipe de profissionais e ter tão adoráveis estudantes em nossos cursos.
Espero que o Minor seja o princípio de muitas outras conquistas que chegarão em um futuro próximo.
O dia de hoje, foi um dos meus melhores dias!